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19 April 2011

ExpoSyfy (11-25 Abril Cinema São Jorge)


Exposição de graça até 25 de Abril.




A carta do Doc...

O condensador




Jurassic Park






As mãos de Lestat...


:D



o mais fofo...






from dusk till dawn




the mask


E.T.



:)






:(



palhaçada...



king kong


kryptonite!






tã tã tã... tãaatãtã... tãaatãtã...


Death Star...





Stargate



:D oh Frankie...



Total Recall




A espada do Captain Hook


22 December 2010

Cinema 2010



Este está mais fixe calmo e sereno ;)

Pelo menos eu curto ver o que raio se passou no ano e que perdi, para ficar mais atenta da próxima vez que vir imagens de um filme ;)

BOM NATAL!!

15 December 2010

07 March 2010

UCIcard

Como nunca ninguém faz grande publicidade daquilo que realmente interessa, aqui fica uma tentativa:






http://www.ucicinemas.pt/ucicard/ucicard.aspx

- A adesão ao cartão não custa nada
- O preço dos bilhetes é de 5€
- Podemos comprar bilhetes para mais pessoas por 5€
- A compra de bilhetes acumula pontos no cartão, que depois podem ser convertidos em pipocas, bebidas ou bilhetes.

É preciso dizer mais??

24 July 2009

The King is alive! Long live the King!

http://www.medeiafilmes.pt/salas/lisboa/king_corpo.htm

Descobri que existiu o boato deste cinema ter fechado e recentemente descobri que... NÃO!!!!!

I feel i can breathe again!!!

23 July 2009

O Top 5 de Saramago


No blog do Nobel vem um pequeno texto sobre as suas escolhas. Deixo aqui a lista em jeito de resumo ;)

“O sal da terra” de Herbert Biberman
“Blade runner” de Ridley Scott
“Amarcord” de Fellini
“A regra do jogo” de Jean Renoir
“Pat & Patachon moleiros”

03 April 2009

Quem é q ainda vai ao Cinema? Qts vezes?

Cada vez mais a disponibilidade de titulos na net é maior.
Cada vez mais a qualidade disponivel, nas nossas salas de estar, p ver filmes é maior
Cada vez mais os “budget restraints” sao maiores
Assim sendo, respondam lá a nossa Pole question, p extrapolarmos do nosso forumzinho p a realidade....

02 March 2009

Cinema - o q vende actualmente ....


Ao dar uma vista d olhos pelos box-office hits da semana nos states, deparei-me com um cena´rio desolador q só consigo comparar com o TOP+ .
passo a explicar...... ja viram actualmente o Top+ ? Aquilo no top é só musica p putos, pois sao esses os unicos actualmente q tem poder p fazer alguem (os pais) comprarem CD´s. Nao é q a musica esteja morta e aquilo seja o q mais se ouve. NAO!!! Simplesmente, o TOP+ já n é representativo do q se ouve em Portugal. As vendas de CD´s ja n sao representativas do q se ouve em Portugal.
á semelhanca do Top+ , tb aqui a box office info ao lado, mostra-nos um cenario seemelhante dos filmes q os teenagers americanos ainda vao ver ao cinema. Nao é q isto reflita o q se ve cinema nos states (e no mundo). NAO!!!!
Mas entao, qual é o novo barometro de sucesso de cinema no mundo? ...tem sempre q haver sempre um barometro, algo q se utilize p "tomar o pulso" ao negocio..... Qual será actualmente? tb nao podem ser as vendas de DVD´s, pois estes tem uma interdependencia enorme dos proprios visionamentos do filme (sim, á partida as pessoas compram DVD´s d filmes q ja viram!) e tb nao sao representativos do total.... poderá ser eventualmente o "box-office dos downloads"??? :-D
Pois...á partida faria sentido, pois é dos q mais reflite a "global piucture" dos filmes q mais procura tem, mas isso seria reconhecer o inimigo!
por isso, meus amigos, tenho a admitir q nao existe actualmente nenhuma maneira de dizer q aquele ou aquele outro filme esta a ter muito sucesso, mt gente gosta o viu, etc... nao existem numeros p nos guiar! (cinema, musica, ...) ... na sociedade, q actualmente se diz ser, d informacao, parece q certos negocios estao condenados á demagogia da verdade q alguns nos querem fazer impingir!

27 September 2008

"Chambre 666" de Wim Wenders, [1982]



O que é cinema hoje em dia, e de que forma pode ser considerado/julgado. Quem dita as regras e para onde se dirige? A t.v. substituiu o cinema? Qual o lugar do cinema na era do vídeo (hoje em dia dvd)? O cinema está em extinção, ou estará em breve extinto?

Wenders escreveu numa folha de papel um conjunto de questões que envolvem a morte do cinema, a televisão como substituto, a evolução do público, o vídeo como novo meio confortável de disfrutar dos mesmos filmes, mas numa perspectiva bem menor, que depois "serviu" a cineastas variados durante o festival de Cannes. Sozinhos, sentados ou em pé, numa sala, discutem para si, e na "confidência" do público, o futuro do Cinema. Godard diz que a imagem do cinema, enorme, assusta, e que as pessoas hoje em dia preferem ver uma imagem muito pequena bastante próximo, do que uma imagem enorme de longe. A perspectiva do ponto de vista do espectador, e a forma como quer lidar com essa emoção veículada de forma incontrolável (para o espectador) no cinema, é de fuga fácil na televisão (ou em casa). Este parece ser um ponto importante, na minha opinião. Já se passaram mais de 25 anos desde a execução destes "monólogos" e a discussão, parece-me, continua a ser pertinente. A arte caminhará para onde puder, e interessar aos artistas. Enquanto houver interesse individual em filmar algo, haverá também algum indivíduo interessado em contemplar essas imagens, assim como entregar as suas emoções ao controle dessas imagens. Este filme não o é na verdadeira acessão da palavra, e passados 25 anos o maior interesse será em ver as previsões certas e/ou erradas dos vários cineastas, e para os mesmo interessados pensar sobre estas questões e outras paralelas ou divergentes.



Wim Wenders brilhante cineasta, lançou este repto a outros cineastas, que recentemente tive a sorte de encontrar neste ciberespaço de perdidos e achados. Na realidade nada nem ninguém estará perdido desde que nesse dado momento se considere como tal. A consciência desse momento, dessa situação, torna-a objectivamente real, mas não em relação ao presente, mas sim em relação a um passado. O futuro é indeterminado; mas no passado próximo, desde que a memória exista, ainda que alterada pelo próprio, é definido, mesmo que incompreendido. A questão sobre quem ou o que está perdido será de resposta pessoal, mas se se consegue formular uma resposta, não se estará então perdido.

Esta obra levanta muitas questões, que a mim pessoalmente também me preocupam, somadas a outras questões que a maioria das pessoas nem sequer pensa ou se importa. Uma constante interacção ou permuta existe entre passado e futuro, uma vez que o presente não existe. É apenas um conceito.

daigoro

20 April 2008

Take Another (Long) Look At The Classics


Devido a uma certa extensão deste, inicialmente comment, decidi fazer um post.

Senti necessária uma certa clarificação relativamente a termos e expressões logo, aqui vai:

A idade do ouro (golden age) do cinema fica compreendida entre 1930's, talvez um pouco antes, quando surge o "Jazz Singer" (1927) (altura em que os filmes "falados" começam a aparecer) e irá até aos finais dos anos 40. Altura em que os musicais proliferavam e havia um glamour inerente ao cinema produzido em hollywood. Na década de 1940 surge o Film Noir, já inspirado nas óbvias referências do cinema expressionista alemão, (subjectividade da camara, iluminação cuidada, e contrastante) sendo alguns dos realizadores (Fritz Lang, Billy Wilder, F. W. Murnau, Otto Preminger) que o iniciaram, precisamente alemães, austríacos, e europeus em geral, em fuga do regime nazi. O americano Orson Welles com o seu "Citizen Kane", 1941, piscava já o olho a este estilo, tendo mesmo "encerrado" estes períodos com uma das suas obras, o "Touch of Evil", 1958, assim como o final do cinema "dito" clássico. Todas estas classificações terão sempre o inconsiderativo poder de serem peremptórias, no entanto é essa a visão e a posição da História, no analítico relance sobre o passado.

Isto para dizer que a definição de clássico para a maioria das pessoas é demasiado ambíguo, podendo haver filmes que não serão clássicos, mas que ainda recaem num passado já não tão recente e, logo, difíceis de serem apreciados, ou melhor, tolerados por muitas pessoas. Esta tolerância a cinema anterior à geração televisão/internet, é cada vez menor, como o caso da reflexão do Al sobre o "Citizen Kane". Filme brilhante, mesmo para os dias de hoje, de algo difícil visionamento, devido à sua linha narrativa não linear, aos seus planos subjectivos, à densidade da estória traduzida também na sua duração. Este é no entanto um filme bastante importante, e será até dos mais fáceis de encontrar. E é também este um dos problemas no que diz respeito aos filmes clássicos. Muitos dos bons são realmente difíceis de encontrar. Eu sei, tenho dedicado os últimos anos a procurar, um de cada vez e, aos poucos, a saciar a minha sede.

-Eisenstein é essencial na minha opinião, principalmente na sua fase de cinema mudo, com "Greve", 1925, e "O Couraçado Potemkin". Eisenstein efectuou imensas experiênciais sobre a montagem/edição cinematográficas, tendo escrito diversos ensaios sobre estas técnicas, de forma a enaltecer a estrutura narrativa e emotiva das suas estórias, com absoluto cariz histórico. A edição efectuada hoje em dia no cinema partiu deste senhor, da escola de cinema russa, juntamente com Dziga Vertov "The Man With The Movie Camera", 1929.

-"Pandora's Box", de Georg Wilhelm Pabst - cinema mudo, eximiamente bem filmado, e genialmente interpretado por Louise Brooks, já o Sérgio o havia referenciado.

-O "Rear Window", (Janela Indiscreta) , 1954, de Alfred Hitchcock, com a belíssima Grace Kelly, e um dos melhores planos sequência logo no início do filme, de que há memória. O "Notorious", 1946, juntamente com o "Suspicion" de 1941, são na minha opinião os melhores dele.

-"M" - "Matou", 1931, de Fritz Lang (realizador alemão que foge do regime nazi para os EUA, um dos principais realizadores do expressionismo alemão, realiza várias obras mudas, antes deste filme falado). Há muitas outras obras dele que são verdadeiramente interessantes, mas isso deixarei que seja a curiosidade a incitar-vos. "The Cabinet of Dr. Caligari", 1920, de Robert Wiene e seus espectaculares cenários, valendo a pena o sue visionamento, foi um filme que Fritz Lang estava inicialmente para realizar, tendo optado por filmar o "The Spiders", 1920.

- "La Mauvaise Graine", (Semente do Mal),1934, "Sunset Blvd.", (O Crepúsculo dos Deuses), 1950, de Billy Wilder (realizador genial, que hoje em dia é apenas associado com Marylin Monroe, e a sua mítica cena da saia a levantar-se em "The Seven Year Itch", 1955.

-"Germania Anno Zero", 1948, e "Roma, Città Aperta", 1945, de Roberto Rossellini, que inicia junto com Federico Fellini, "La Strada", 1954, e com Vittorio de Sica, "Ladri di biciclette", 1948, o neo-realismo italiano. Forma de subversão ao sufocante regime fascista e à sua implacável máquina de propaganda, devolvendo o olhar da arte ao cidadão comum e aos seus problemas.

- "Morangos Silvestres", 1957 , de Ingmar Bergman. Este realizador é incontornável, e tudo o que eu pudesse dizer sobre ele seria francamente pouco. Aconselho também, "O Sétimo Selo",1957, já referido por Al. Não é no entanto um realizador fácil devido ao seu cariz contemplativo, certamente herdado em parte pela sua paixão pelo teatro.

Haveriam outros, muitos outros importantes realizadores, como John Ford, com "As Vinhas da Ira", 1940, Elia Kazan com "Há Lodo no Cais", 1954; "A Leste do Paraíso", 1955; e "Um Eléctrico Chamado Desejo", 1951, com Marlon Brando. Este realizador é de facto muito bom, na minha opinião, tendo ainda outros filmes de relevo. Carl Theodore Dreyer, Friederich Wilhelm Murnau (referido pelo Sérgio), Frank capra com "It's a Wonderful Life", 1946; enfim, a lista seria enorme de obras de referência, e caracterizadoras destas eras.
Aproveito para lançar também o repto sobre as décadas seguintes e seus mais importantes filmes a visionar, ou seja pós 1958, ou pós 1950 (segundo o desafio do sérgio).

Esta lista está por ordem de relevância para os menos habitués destas andanças. Ou seja tentem começar pelo topo da lista e caminhar por aí abaixo (ou melhor, por aí acima).
Quanto à aversão ao preto e branco já será de cariz psicológico, mas todos nós vimos filmes recentes filmados a preto e branco e sem qualquer problema. Deixem esses complexos para trás e deliciem-se.

Finalmente remeto-vos de volta para os posts do Sérgio, e o comment ao mesmo do Ulisses, cujas óptimas observações serviram de pilares a este meu post.

daigoro

P.S.: O "The Birds" , 1963, do Alfred Hitchcock é a cores. ; )