18 January 2010

AVATAR: golden globe winner

Best Motion Picture - Drama


and


Best Director - Motion Picture: James Cameron



Ando para ver este filme há algum tempo, mas tem de ser a 3D! Será uma first!

Jeffrey "The Dude" Lebowski ganhou um globo de ouro!

Best Performance by an Actor in a Motion Picture - Drama

Jeff Bridges – Crazy Heart

o discurso dele é tão fixe... dude!

o meu HANGOVER!!!!!!!!!

Best Motion Picture - Comedy Or Musical



lindo!!!!!!!!!!!! :)

Best Television Series - Comedy Or Musical

Golden Globe Awards 2010 Best Television Series - Comedy Or Musical: GLEE



tão fofos!

afinal não estou "sozinha" por até achar piada a esta série!

That's a Bingo!

Best Performance by an Actor In A Supporting Role in a Motion Picture

Christoph Waltz

Globos de Ouro 2010 no AXN...


E assim, sem querer, sem saber, lá estavam os globos de ouro em directo à minha frente...


12 January 2010

The Last Word

Evan (Wes Bentley) é uma personagem estranha, isolada e solitária, que ganha a vida a escrever notas de suicídio para pessoas que não conseguem articular de forma eloquente as suas últimas palavras.

No funeral de um antigo cliente, conhece Charlotte (Winona Ryder), por quem se irá apaixonar mais tarde.

O melhor do filme é sem dúvida a personagem absolutamente hilariante de Ray Romano, o mais recente cliente de Evan. E é precisamente esta personagem - Abel - que acaba por nos ajudar a perceber como é que Evan optou pela carreira sombria (para não dizer algo pior) que tem.

Eu não nutro uma grande simpatia pela Winona Ryder, dispensava-a. E o Wes Bentley... Não sei, nunca o tinha visto em lado nenhum (ou nunca tinha reparado nele), mas também não me convenceu. Ou se calhar fui influenciada pelo facto de achar que o homem, profissionalmente, era um abutre. Mas gostei bastante do filme. É forte, original e macabro. Muito negro. Acho que vale bem a pena ver.

11 January 2010

Avatar

Em 2148 Jake é enviado numa missao para outro planeta, Pandora, onde habita um povo chamado Na'vi, uma raca que tem a sua própria linguagem e cultura, este povo "possui" algo que os humanos querem. O resto da história é a tradicional boy meets girl....

A parte muito boa neste filme, quanto a mim, é todo o imaginário de Pandora, um planeta cheio de cores e vida, muito ao estilo fibra óptica :-)
A parte má, o 3D, eu sei que podia ter visto o filme "normal" mas o buzz sobre o 3D era tao grande, e um fime em 3D é tao mais fixe que a versao normal. Mas aqui nao, nao só achei fraco como achei mau. Sim, existem cenas de profundidade no ecra mas só UMA vez as coisas sairam para fora do ecra, o que quanto a mim é a parte mais divertida. E quando um filme é feito já a pensar em 3D acho que nao se justifica esta pouca utilizacao do efeito.
A história, se calhar porque já tinha ouvido tanta gente dizer "mal" nem achei assim má, é normalzinha, mas lá está, as minhas expectativas eram baixas.

Gostei de ver a Sigourney Weaver numa hsitória Sci-Fi mas a fazer um personagem bem humano e nao aquela "máquina de guerra" esteriotipada.

Um filme a ver pelas imagens!

07 January 2010

The Mist

Dave e a sua família vivem tranquilamente numa pequena localidade dos Estados Unidos, mas a tranquilidade vai desaparecer... Depois de uma noite de tempestade, um misterioso nevoeiro desce das montanhas e depressa envolve toda a cidade. Dave e o seu filho, acompanhados pelo vizinho, vão às compras para se prevenirem contra outra eventual tempestade, mas vêm-se forçados a permanecer dentro do supermercado, juntamente com outras pessoas, depois do nevoeiro ter morto um cidadão local e ter cercado aquela zona. Depois de mais um encontro de 1º grau com o nevoeiro, o medo apodera-se do grupo, o que leva à perda da racionalidade por parte de algumas pessoas. E o Homem, desprovido de razão, pode tornar-se um animal muito perigoso...

Ora bem, apesar do filme não ser dos melhores em termos de actuação e direcção, vale bem a pena ver até ao fim. Embora o título do filme seja 'The Mist' e o filme conte uma estória que evolui à volta do terror causado pelo nevoeiro, pareceu-me a mim que este facto só existe para justificar um universo completamente à parte da temática do terror, que passa pela crítica social a alguns níveis, tal como a religião (e neste campo está muuuuuito bem) e o complexo de superioridade/inferioridade por parte de algumas classes sociais. E é aqui que o filme brilha, pois se fosse pela sua abordagem ao terror desconfio que a pontuação de 7.4 no IMDB não estaria lá.

05 January 2010

9

Uma guerra entre o Homen e as máquinas leva à aniquilação da raça humana. Antes de morrer um cientista consegue dar vida a 9 criaturas, na esperança de levar a cabo a tarefa de reconquistar o mundo às máquinas. A aventura de 9 começa na sala onde foi criado, mas depressa se extende ao mundo agora aparentemente deserto. Pelo caminho encontra outros seres muito semelhantes a ele, e com a ajuda de todos e o conhecimento de cada um vai tentar derrotar o cérebro artificial que trouxe a destruição total.

É um filme de animação engraçado. Em termos técnicos está muito bem feito, embora a estória em si seja muito simples. Não se percebe por exemplo qual a intenção do cientista ao criar os 9, visto que por aquela altura já a raça humana estava extinta, daí que o objectivo de vencer as máquinas não alterava o resultado final para os humanos. A não ser por vingança, ou por remorso, visto ter sido também ele a criar o "cérebro". Vê-se por ser de animação.

04 January 2010

The Box

Uma família em meados da década de 70 depara-se com uma crise financeira. O casal, com um filho, vive acima das possibilidades, e quanda a notícia de que Mrs. Lewis vai ter de deixar a escola onde lecciona, tudo parece perdido. Mas eis que surge uma proposta inesperada de conseguirem obter um milhão de dollars! Para isso basta que decidam carregar num botão. Apenas há um senão: ao carregar no botão uma pessoa algures no mundo, que o casal não conhece, morre.
E é esta a base deste thriller psicológico realizado e co-escrito pelo mesmo senhor (Richard Kelly) do fantástico Donnie Darko. Mas desenganem-se ao pensar que este filme está ao mesmo nível de Donnie Darko. A actuação está fraca, embora Cameron Diaz tenha "surpreendido". Surpreendido entre aspas porque ela consegue destacar-se dos outros actores, o que não era difícil; excepção feita talvez a Frank Langella, que tem uma prestação adequada ao personagem que desempenha. As possibilidades que a base do filme oferece não são bem aproveitadas, a condição humana inerente à escolha de $1Mio em troca de uma vida humana não é bem explanada, embora o final se desenrole também numa base muito semelhante, aqui o clima já é melhor aproveitado, no entanto não chega para salvar o todo. Pareceu-me, várias vezes, que o sr. Kelly tentou dar um toque de Donnie Darko a uma estória que não tem propriedades para isso. Apesar de ser um filme de 2009, alguns dos efeitos especiais parecem ser contemporâneos à década em que a acção se desenrola.

29 December 2009

Sherlock Holmes (2009)


Realizado por Guy Ritchie (tem muitas cenas de porrada), com a dupla Robert Downey Jr. e Jude Law que resulta muito bem. Gostei da dinâmica entre estes dois como Holmes e Watson! E claro, desta visão de um Sherlock Holmes muito mais dado à porrada e mais moderno digamos.
Depois temos também Mark Strong (que jurei ser o Andy Garcia! :S ) e Rachel McAdams.

Acho que há demasiadas cenas de porrada para um filme sobre Sherlock Holmes, ou melhor, sobre uma aventura de Sherlock Holmes, sim porque algo me diz que vai haver mais... No entanto as cenas de porradas estão bem acompanhadas, com um bom som, slow motion e até com premeditação dos golpes a dar, o que faz com que as cenas de porrada até passem bem, mas... podia ser um pouco menos.

Não está mau. É um tempo bem passado.

28 December 2009

New York, I Love You (2009)

Ni.

Sabem o que é "ni"? é isso mesmo...

Gostei de umas coisas, outras foram-me muito indiferentes, e outras foram seca! Tenho pena, mas não fiquei com vontade nenhuma de ver o filme novamente (o que diz muito vindo de mim!!) e alguém me vai ter de convencer muito bem para me obrigar a ver o Paris, je t'aime de 2006, que já foi aqui falado.

Gostei de ver uma New York com menos cor garrida e mais real, mais crua. Rua, trânsito, pessoas, táxis, semáforos, passeios, etc. Achei engraçadas talvez 2 ou 3 histórias. E de notar que tantos actores conhecidos acabam sempre por prender a atenção, o que mesmo assim nem sempre foi fácil... Estarei a ficar sem paciência?! :D o que é certo é que esperava que o filme me deslumbrasse... e não foi nada disso que aconteceu.

Fiquei a pensar em qual seria o propósito de filmes assim... qual é? Alguém me ajuda? É sobre o encantamento da 1ª paixão, o 1º flirt, as 1ªs impressões, com uma cidade de fundo? Talvez, para mim (!), o filme tenha demasiadas histórias random. Quase que parece um festival de mini filmes, alguns com non-sense, sobre a perspectiva de se ter um amor, ou melhor, uma paixão impossível, ficando-nos só pelo flirt, pela primeira impressão com o trânsito de uma cidade movimentada por trás. Talvez não tenha entendido o intuito de algumas histórias, ou melhor ainda, talvez elas não sejam explicáveis e é simplesmente para as apreciar... talvez estivesse num dia não...

Uns dias mais tarde vi um filme espetacular sobre estar apaixonado, e este ficou a um canto!

Vá uma nota positiva final:
curti o sotaque de Natalie Portman e de Shia LaBeouf.

Para falar mais sobre o filme, só mesmo com spoiler alert e com quem já o tenha visto!

Fico a aguardar esse feedback! ;)

26 December 2009

Candy


Que estória, embora não acrescente nada é fortíssima, ADOREI!

Já vi muitos filmes sobre a temática da droga e seus flagelos, mas nenhum me envolveu tanto como este.

Tinha este filme para ver já há algum tempo, mas um filme chamado “candy” não me despertou muito a atenção confesso :), e portanto nem curiosidade tinha de ver do que se tratava…mas hoje lá me decidi a ver e TARAM…QUE INTENSO!

Um filme Escrito e realizado por Neil Armfield protagonizado por Heath Ledger e Abbie Cornish que, com uma química envolvente, interpretam o casal apaixonado, daqueles que não pensam duas vezes antes de demonstrar todo o amor e carinho que sentem um pelo outro, no entanto... ele é viciado em heroína

O filme está dividido em 3 fases - céu, terra e inferno conduzindo-nos numa viagem triste, deprimente e muito próxima do real sem chocar com imagens fortes ou apelos sensacionalistas. Tudo nos é mostrado de uma de forma muito sensível, e é exactamente nesse sentimento que está o grande atractivo de "Candy”.

Fica esta frase do filme:

“Quando se pode parar com a droga, não se quer; quando se quer, não se pode ”.

Vale muito ver, “NÃO é MAIS um filme de drogados” !





25 December 2009

Paris, Texas


Um filme que consegue unir duas escolas tão distintas de cinema – a norte-americana e a européia – “Paris, Texas” (Alemanha/EUA, 1984), o filme comercialmente mais bem sucedido do realizador alemão Wim Wenders.

É provavelmente, dentre todas as obras de Wenders, aquele que expõe de maneira mais evidente as paixões do realizador pela cultura dos EUA, pela Sétima Arte e por estórias intimistas a respeito da solidão, do silêncio e da incomunicabilidade.Este filme, vencedor da Palma de Ouro em Cannes em 1984, faz esse cruzamento com mestria e beleza.

A estória gira em torno de um homem , um homem perdido, perturbado emocionalmente.

Um filme que exprime, como poucas obras, a sensação de solidão com uma estória profunda, misteriosa, em que cada relação dentro da estória do filme podia ser outro filme.

Se ainda não viram, Recomendo!

19 December 2009

The Firm (1993)


De Sydney Pollack com Tom Cruise na sua época de puto maravilha e Gene Hackman (de quem gosto muito).

Já tinha ouvido falar mas nunca soube nada de concreto sobre o filme. Claro que o vi no ciclo do mês de Dezembro do canal Hollywood.

Gostei. Principalmente pelo "engraçado" que é em 2009 olharmos para um típico filme de 1993. E também pela curiosidade de ver o trabalho dos três nomes acima mencionados. Também foi giro de ver que Holly Hunter já tinha um lado crazy em 93.

Destaco a música de fundo usada no filme, quase que a querer dar suspense à cena :) very 90's.

16 December 2009

Blow (2001)

"Profissão de Risco"

Já o vi aqui há dias. Só quando o filme estava a meio é que me lembrei que já o tinha visto (na tv também).

É um filme muito bom de se ver. Entretém e prende-nos para a cena seguinte. Johnny Depp é sempre bom de se ver. Principalmente tratando-se de uma biografia, onde podemos observar os vários anos a passar pelo seu cabelo e cara :)

O filme começa com George Jung (personagem principal do filme) nos anos 60, do mais beach boy a ir para a California curtir a vida! Ganza, praia e gajas boas (hospedeiras como não podia deixar de ser naquela época!). E daí por diante... têm de ver o filme!

Posso dizer que no trailer dão muito destaque à Penélope Cruz por puro marketing, pois ela só entra bem a meio do filme e não tem assim tanta importância. Tem alguns actores fixes, mas realço realmente o todo do filme no descritivo da época dos anos 60, 70 e 80 e todo o mundo do tráfico de drogas, como surgiu e tudo mais. A história está bem contada, daí que nos prenda. E gosto da personalidade de George Jung, é um "tá-se bem".

Depois do filme, quer da 1ª vez, quer da 2ª senti um vazio...

08 December 2009

Tenham medo. Tenham muito medo!

Depois deste senhor nos dar a obra prima "Dogville", entrou em crise nervosa, abuso d drogas (ele proprio admitiu isso) e chegou a atingir um ponto qs d rotura c a vida. Pelo meio fez o Manderlay (basicamente uma copia d Dogville) o q reflecte o acima descrito e uma comedia (sim, o Lars Von Trier a fazer uma comedia...medo!) q nao teve muito atencao internacional.

Dito isto, o filme Anthicrist (ultimo dele) carregava um pesado fardo.
Qd estreou, salvo erro em Cannes, causou um daqueles sururus incriveis. Pessoas sairam d cinema a gritar "chocante e inutil", outros ficaram e disseram "obra prima" (mais estes ultimos! :-D).
Mas, agracado, foi o facto de todos eles concordarem q é um dos filmes mais indescritiveis d historia d cinema! Uau! se ha alguma coisa q gosto n cinema é a capacidade d encontrar uma obra q nos desafie e estabeleca novas fronteiras. Pode falhar, mas tentou ser algo mais!

Por isso podem imaginar a minha expectativa qd li este critica:
"It's rare, for me, to find a film that very nearly defies my capacity to describe it - and that's not meant to be a self-aggrandising statement on my status as a film reviewer, even if it sounds like it.

I have loved film since I was very small, and feel very lucky to have the opportunity to write about it for a living, which is why I hope you will believe me when I say that, should you take the risk (and believe me, that's what it is) of seeing Lars von Trier's Antichrist (2009) for yourself, as opposed to merely reading hyperbolic reviews such as this one, you will leave safe in the knowledge that you will NEVER see its like again."
(full review: http://www.expatica.com/de/leisure/arts_culture/Antichrist-_2009__14693.html)

Medo, muito medo! ....mas nao posso esperar por ve-lo! :-D

06 December 2009

Surrogates

O conceito deste filme (baseado num comic de Robert Venditti) é bastante interessante: 98% da população mundial "vive" a sua vida através de robots controlados pelo pensamento. Ou seja, a interacção humana processa-se toda via estes robots perfeitos, os tais surrogates, cujo aspecto é idêntico ao de um humano plastificado, ou "photoshopado" ao extremo.

E pronto. Fica por aí.

Eu esperava um filme com profundidade, que explorasse esta temática futurista e que abordasse pelo menos algumas das questões que inevitavelmente se levantam quando se pensa numa sociedade deste género. Mas não, nada disso. Pelo contrário, é um filme superficial e redutor. Foi uma desilusão. Nem o Bruce Willis o safa...

Aspecto positivo: os surrogates são visualmente muito bons. Tanto, que são completamente desprovidos de qualquer expressão ou emoção. Isso sim, foi convincente.

Tetro

Um drama familiar assinado pelo grande realizador Ford Coppola com Vicent Gallo (muito carismático), Maribel Verdú, Alden Ehrenreich, Carmen Maura.

Quase todo o filme é a preto e branco, a estória passa-se em Buenos Aires,e aborda o drama familiar, em que o plano central são os dois irmãos, a música, a dança, a escrita e até a própria critica.

Um filme que nos surpreende a cada cena que passa, graças à complexidade da estória e a riqueza dos personagens.

Li que era o filme mais “ pessoal”De Capopola, VALE MUITO VER!

Ah! Para quem não sabia que havia vida na Patagónia, as imagens mostradas convencem, QUE LUGAR LINDO !