Best Director - Motion Picture: James Cameron
Ando para ver este filme há algum tempo, mas tem de ser a 3D! Será uma first!
Jeff Bridges – Crazy Heart
Christoph Waltz

Evan (Wes Bentley) é uma personagem estranha, isolada e solitária, que ganha a vida a escrever notas de suicídio para pessoas que não conseguem articular de forma eloquente as suas últimas palavras.
Ni.
Sabem o que é "ni"? é isso mesmo...
Gostei de umas coisas, outras foram-me muito indiferentes, e outras foram seca! Tenho pena, mas não fiquei com vontade nenhuma de ver o filme novamente (o que diz muito vindo de mim!!) e alguém me vai ter de convencer muito bem para me obrigar a ver o Paris, je t'aime de 2006, que já foi aqui falado.
Gostei de ver uma New York com menos cor garrida e mais real, mais crua. Rua, trânsito, pessoas, táxis, semáforos, passeios, etc. Achei engraçadas talvez 2 ou 3 histórias. E de notar que tantos actores conhecidos acabam sempre por prender a atenção, o que mesmo assim nem sempre foi fácil... Estarei a ficar sem paciência?! :D o que é certo é que esperava que o filme me deslumbrasse... e não foi nada disso que aconteceu.
Fiquei a pensar em qual seria o propósito de filmes assim... qual é? Alguém me ajuda? É sobre o encantamento da 1ª paixão, o 1º flirt, as 1ªs impressões, com uma cidade de fundo? Talvez, para mim (!), o filme tenha demasiadas histórias random. Quase que parece um festival de mini filmes, alguns com non-sense, sobre a perspectiva de se ter um amor, ou melhor, uma paixão impossível, ficando-nos só pelo flirt, pela primeira impressão com o trânsito de uma cidade movimentada por trás. Talvez não tenha entendido o intuito de algumas histórias, ou melhor ainda, talvez elas não sejam explicáveis e é simplesmente para as apreciar... talvez estivesse num dia não...
Uns dias mais tarde vi um filme espetacular sobre estar apaixonado, e este ficou a um canto!
Vá uma nota positiva final:
curti o sotaque de Natalie Portman e de Shia LaBeouf.
Para falar mais sobre o filme, só mesmo com spoiler alert e com quem já o tenha visto!
Fico a aguardar esse feedback! ;)



"Profissão de Risco"
Depois deste senhor nos dar a obra prima "Dogville", entrou em crise nervosa, abuso d drogas (ele proprio admitiu isso) e chegou a atingir um ponto qs d rotura c a vida. Pelo meio fez o Manderlay (basicamente uma copia d Dogville) o q reflecte o acima descrito e uma comedia (sim, o Lars Von Trier a fazer uma comedia...medo!) q nao teve muito atencao internacional.
Qd estreou, salvo erro em Cannes, causou um daqueles sururus incriveis. Pessoas sairam d cinema a gritar "chocante e inutil", outros ficaram e disseram "obra prima" (mais estes ultimos! :-D).
O conceito deste filme (baseado num comic de Robert Venditti) é bastante interessante: 98% da população mundial "vive" a sua vida através de robots controlados pelo pensamento. Ou seja, a interacção humana processa-se toda via estes robots perfeitos, os tais surrogates, cujo aspecto é idêntico ao de um humano plastificado, ou "photoshopado" ao extremo.
Um drama familiar assinado pelo grande realizador Ford Coppola com Vicent Gallo (muito carismático), Maribel Verdú, Alden Ehrenreich, Carmen Maura.