
Acho realmente q o facto d M. Moore ser conhecido e toda a gente lhe “fechar a porta”, só veio melhorar este documentario.
Passo a explicar: ele viu-se forcado a abandonar aquele genero d conflito/provocacao cara a cara (pq nao tinha material) e por isso teve q recorrer a formas engenhosas d sacar o mesmo c outros intervenientes. E resulta! P quem ja viu o filme (ou vai ver) analisem só a cena em q ele mete uma certa fita perto d Bolsa d valores d Nova Yorke! O acto em si, ok mas a razao q ele arranja p o fazer, brilhante!
Ja tinha comentado aqui um problema q achei bastante semelhante c o filme “Brüno” e Sacha Baron Cohen.
Qt ao filme, bem…..é o q ja se sabe:
- muito faccioso. Muito!
- por vezes utiliza argumentos ou linhas d raciocinio q ele proprio tb nao segue (incoerencia) e algumas, se pensarmos bem, nao fazem sentido
- expoe casos extremos d bradar aos ceus (destaque p aquele em q ele mostra q actualmente as empresas fazem seguros d vida aos empregados mas sendo a propria empresa a ser o beneficiario, ou seja, a empresa acaba por querer q eles morram cedo!!)
- factos historicos mt interessantes (o discurso d Rosevelt foi qq coisa d transcendente, um verdadeiro “eye-opener” em relacao ao espirito q ja povoou os E.U.A. e q agora nao se consegue vislumbrar em lado nenhum)
- acaba por ser um dos mais cómicos filmes dele (juntamente c o “Sicko”) pois sao as situacoes estupidas e extremas q sao a verdadeira “estrela d companhia”
- utiliza demasiadas referencias ao seu doc d 1989 “Roger & me”, o q p quem ja viu fica muito repetitivo
- no tempo d McCarthy este gajo tinha sido encarcerado e rotulado como comunista em 2 tempos….
Gostei. Ao genero dele, mas gostei.