29 December 2009

Sherlock Holmes (2009)


Realizado por Guy Ritchie (tem muitas cenas de porrada), com a dupla Robert Downey Jr. e Jude Law que resulta muito bem. Gostei da dinâmica entre estes dois como Holmes e Watson! E claro, desta visão de um Sherlock Holmes muito mais dado à porrada e mais moderno digamos.
Depois temos também Mark Strong (que jurei ser o Andy Garcia! :S ) e Rachel McAdams.

Acho que há demasiadas cenas de porrada para um filme sobre Sherlock Holmes, ou melhor, sobre uma aventura de Sherlock Holmes, sim porque algo me diz que vai haver mais... No entanto as cenas de porradas estão bem acompanhadas, com um bom som, slow motion e até com premeditação dos golpes a dar, o que faz com que as cenas de porrada até passem bem, mas... podia ser um pouco menos.

Não está mau. É um tempo bem passado.

28 December 2009

New York, I Love You (2009)

Ni.

Sabem o que é "ni"? é isso mesmo...

Gostei de umas coisas, outras foram-me muito indiferentes, e outras foram seca! Tenho pena, mas não fiquei com vontade nenhuma de ver o filme novamente (o que diz muito vindo de mim!!) e alguém me vai ter de convencer muito bem para me obrigar a ver o Paris, je t'aime de 2006, que já foi aqui falado.

Gostei de ver uma New York com menos cor garrida e mais real, mais crua. Rua, trânsito, pessoas, táxis, semáforos, passeios, etc. Achei engraçadas talvez 2 ou 3 histórias. E de notar que tantos actores conhecidos acabam sempre por prender a atenção, o que mesmo assim nem sempre foi fácil... Estarei a ficar sem paciência?! :D o que é certo é que esperava que o filme me deslumbrasse... e não foi nada disso que aconteceu.

Fiquei a pensar em qual seria o propósito de filmes assim... qual é? Alguém me ajuda? É sobre o encantamento da 1ª paixão, o 1º flirt, as 1ªs impressões, com uma cidade de fundo? Talvez, para mim (!), o filme tenha demasiadas histórias random. Quase que parece um festival de mini filmes, alguns com non-sense, sobre a perspectiva de se ter um amor, ou melhor, uma paixão impossível, ficando-nos só pelo flirt, pela primeira impressão com o trânsito de uma cidade movimentada por trás. Talvez não tenha entendido o intuito de algumas histórias, ou melhor ainda, talvez elas não sejam explicáveis e é simplesmente para as apreciar... talvez estivesse num dia não...

Uns dias mais tarde vi um filme espetacular sobre estar apaixonado, e este ficou a um canto!

Vá uma nota positiva final:
curti o sotaque de Natalie Portman e de Shia LaBeouf.

Para falar mais sobre o filme, só mesmo com spoiler alert e com quem já o tenha visto!

Fico a aguardar esse feedback! ;)

26 December 2009

Candy


Que estória, embora não acrescente nada é fortíssima, ADOREI!

Já vi muitos filmes sobre a temática da droga e seus flagelos, mas nenhum me envolveu tanto como este.

Tinha este filme para ver já há algum tempo, mas um filme chamado “candy” não me despertou muito a atenção confesso :), e portanto nem curiosidade tinha de ver do que se tratava…mas hoje lá me decidi a ver e TARAM…QUE INTENSO!

Um filme Escrito e realizado por Neil Armfield protagonizado por Heath Ledger e Abbie Cornish que, com uma química envolvente, interpretam o casal apaixonado, daqueles que não pensam duas vezes antes de demonstrar todo o amor e carinho que sentem um pelo outro, no entanto... ele é viciado em heroína

O filme está dividido em 3 fases - céu, terra e inferno conduzindo-nos numa viagem triste, deprimente e muito próxima do real sem chocar com imagens fortes ou apelos sensacionalistas. Tudo nos é mostrado de uma de forma muito sensível, e é exactamente nesse sentimento que está o grande atractivo de "Candy”.

Fica esta frase do filme:

“Quando se pode parar com a droga, não se quer; quando se quer, não se pode ”.

Vale muito ver, “NÃO é MAIS um filme de drogados” !





25 December 2009

Paris, Texas


Um filme que consegue unir duas escolas tão distintas de cinema – a norte-americana e a européia – “Paris, Texas” (Alemanha/EUA, 1984), o filme comercialmente mais bem sucedido do realizador alemão Wim Wenders.

É provavelmente, dentre todas as obras de Wenders, aquele que expõe de maneira mais evidente as paixões do realizador pela cultura dos EUA, pela Sétima Arte e por estórias intimistas a respeito da solidão, do silêncio e da incomunicabilidade.Este filme, vencedor da Palma de Ouro em Cannes em 1984, faz esse cruzamento com mestria e beleza.

A estória gira em torno de um homem , um homem perdido, perturbado emocionalmente.

Um filme que exprime, como poucas obras, a sensação de solidão com uma estória profunda, misteriosa, em que cada relação dentro da estória do filme podia ser outro filme.

Se ainda não viram, Recomendo!

19 December 2009

The Firm (1993)


De Sydney Pollack com Tom Cruise na sua época de puto maravilha e Gene Hackman (de quem gosto muito).

Já tinha ouvido falar mas nunca soube nada de concreto sobre o filme. Claro que o vi no ciclo do mês de Dezembro do canal Hollywood.

Gostei. Principalmente pelo "engraçado" que é em 2009 olharmos para um típico filme de 1993. E também pela curiosidade de ver o trabalho dos três nomes acima mencionados. Também foi giro de ver que Holly Hunter já tinha um lado crazy em 93.

Destaco a música de fundo usada no filme, quase que a querer dar suspense à cena :) very 90's.

16 December 2009

Blow (2001)

"Profissão de Risco"

Já o vi aqui há dias. Só quando o filme estava a meio é que me lembrei que já o tinha visto (na tv também).

É um filme muito bom de se ver. Entretém e prende-nos para a cena seguinte. Johnny Depp é sempre bom de se ver. Principalmente tratando-se de uma biografia, onde podemos observar os vários anos a passar pelo seu cabelo e cara :)

O filme começa com George Jung (personagem principal do filme) nos anos 60, do mais beach boy a ir para a California curtir a vida! Ganza, praia e gajas boas (hospedeiras como não podia deixar de ser naquela época!). E daí por diante... têm de ver o filme!

Posso dizer que no trailer dão muito destaque à Penélope Cruz por puro marketing, pois ela só entra bem a meio do filme e não tem assim tanta importância. Tem alguns actores fixes, mas realço realmente o todo do filme no descritivo da época dos anos 60, 70 e 80 e todo o mundo do tráfico de drogas, como surgiu e tudo mais. A história está bem contada, daí que nos prenda. E gosto da personalidade de George Jung, é um "tá-se bem".

Depois do filme, quer da 1ª vez, quer da 2ª senti um vazio...

08 December 2009

Tenham medo. Tenham muito medo!

Depois deste senhor nos dar a obra prima "Dogville", entrou em crise nervosa, abuso d drogas (ele proprio admitiu isso) e chegou a atingir um ponto qs d rotura c a vida. Pelo meio fez o Manderlay (basicamente uma copia d Dogville) o q reflecte o acima descrito e uma comedia (sim, o Lars Von Trier a fazer uma comedia...medo!) q nao teve muito atencao internacional.

Dito isto, o filme Anthicrist (ultimo dele) carregava um pesado fardo.
Qd estreou, salvo erro em Cannes, causou um daqueles sururus incriveis. Pessoas sairam d cinema a gritar "chocante e inutil", outros ficaram e disseram "obra prima" (mais estes ultimos! :-D).
Mas, agracado, foi o facto de todos eles concordarem q é um dos filmes mais indescritiveis d historia d cinema! Uau! se ha alguma coisa q gosto n cinema é a capacidade d encontrar uma obra q nos desafie e estabeleca novas fronteiras. Pode falhar, mas tentou ser algo mais!

Por isso podem imaginar a minha expectativa qd li este critica:
"It's rare, for me, to find a film that very nearly defies my capacity to describe it - and that's not meant to be a self-aggrandising statement on my status as a film reviewer, even if it sounds like it.

I have loved film since I was very small, and feel very lucky to have the opportunity to write about it for a living, which is why I hope you will believe me when I say that, should you take the risk (and believe me, that's what it is) of seeing Lars von Trier's Antichrist (2009) for yourself, as opposed to merely reading hyperbolic reviews such as this one, you will leave safe in the knowledge that you will NEVER see its like again."
(full review: http://www.expatica.com/de/leisure/arts_culture/Antichrist-_2009__14693.html)

Medo, muito medo! ....mas nao posso esperar por ve-lo! :-D

06 December 2009

Surrogates

O conceito deste filme (baseado num comic de Robert Venditti) é bastante interessante: 98% da população mundial "vive" a sua vida através de robots controlados pelo pensamento. Ou seja, a interacção humana processa-se toda via estes robots perfeitos, os tais surrogates, cujo aspecto é idêntico ao de um humano plastificado, ou "photoshopado" ao extremo.

E pronto. Fica por aí.

Eu esperava um filme com profundidade, que explorasse esta temática futurista e que abordasse pelo menos algumas das questões que inevitavelmente se levantam quando se pensa numa sociedade deste género. Mas não, nada disso. Pelo contrário, é um filme superficial e redutor. Foi uma desilusão. Nem o Bruce Willis o safa...

Aspecto positivo: os surrogates são visualmente muito bons. Tanto, que são completamente desprovidos de qualquer expressão ou emoção. Isso sim, foi convincente.

Tetro

Um drama familiar assinado pelo grande realizador Ford Coppola com Vicent Gallo (muito carismático), Maribel Verdú, Alden Ehrenreich, Carmen Maura.

Quase todo o filme é a preto e branco, a estória passa-se em Buenos Aires,e aborda o drama familiar, em que o plano central são os dois irmãos, a música, a dança, a escrita e até a própria critica.

Um filme que nos surpreende a cada cena que passa, graças à complexidade da estória e a riqueza dos personagens.

Li que era o filme mais “ pessoal”De Capopola, VALE MUITO VER!

Ah! Para quem não sabia que havia vida na Patagónia, as imagens mostradas convencem, QUE LUGAR LINDO !

19 November 2009

Capitalism : a love story

“As dificuldades agucam o engenho”
Acho realmente q o facto d M. Moore ser conhecido e toda a gente lhe “fechar a porta”, só veio melhorar este documentario.
Passo a explicar: ele viu-se forcado a abandonar aquele genero d conflito/provocacao cara a cara (pq nao tinha material) e por isso teve q recorrer a formas engenhosas d sacar o mesmo c outros intervenientes. E resulta! P quem ja viu o filme (ou vai ver) analisem só a cena em q ele mete uma certa fita perto d Bolsa d valores d Nova Yorke! O acto em si, ok mas a razao q ele arranja p o fazer, brilhante!
Ja tinha comentado aqui um problema q achei bastante semelhante c o filme “Brüno” e Sacha Baron Cohen.

Qt ao filme, bem…..é o q ja se sabe:
- muito faccioso. Muito!
- por vezes utiliza argumentos ou linhas d raciocinio q ele proprio tb nao segue (incoerencia) e algumas, se pensarmos bem, nao fazem sentido
- expoe casos extremos d bradar aos ceus (destaque p aquele em q ele mostra q actualmente as empresas fazem seguros d vida aos empregados mas sendo a propria empresa a ser o beneficiario, ou seja, a empresa acaba por querer q eles morram cedo!!)
- factos historicos mt interessantes (o discurso d Rosevelt foi qq coisa d transcendente, um verdadeiro “eye-opener” em relacao ao espirito q ja povoou os E.U.A. e q agora nao se consegue vislumbrar em lado nenhum)
- acaba por ser um dos mais cómicos filmes dele (juntamente c o “Sicko”) pois sao as situacoes estupidas e extremas q sao a verdadeira “estrela d companhia”
- utiliza demasiadas referencias ao seu doc d 1989 “Roger & me”, o q p quem ja viu fica muito repetitivo
- no tempo d McCarthy este gajo tinha sido encarcerado e rotulado como comunista em 2 tempos….

Gostei. Ao genero dele, mas gostei.

14 November 2009

This Is It (2009)

Não é um filme. Não é um documentário. É um conjunto de imagens captadas durante os ensaios e algumas pequenas entrevistas com objectivo de fazer um DVD da tournée.

Posto isto, é muito bom! Saímos do cinema com a sensação de que teria sido mesmo um grande concerto, um grande espetáculo! Pois mesmo com 51 anos e com tudo o que vamos ouvindo sobre ele, este filme mostra o porquê de Michael Jackson ser considerado o Rei da Pop! É inegável.

Os bailarinos metem aquela pica que já se sabe, os músicos são muito bons e o Michael Jackson é uma caixa de surpresas, com os seus movimentos, voz, check sound, o conhecimento do som e toque de cada instrumento a cada batida da sua música, o não-vedetismo, o ser humano.


Assistimos também à preparação dos extras do concerto, como o vídeo 3D de "Triller", o vídeo de "Smooth Criminal" com gangs anos 40 e filme dessa época à mistura , o vídeo da menina no meio da floresta com "Earth Song", entre outros extras em palco também muito bons, como não podeira deixar de ser!

Ficamos com vontade de "então agora quero ver imagens do concerto propriamente dito!", pois ali são ensaios e como tal acabam por saber a pouco :D

Temos também momentos em que MJ não esforça a voz, pois quer poupá-la. Ainda bem que no ensaio de um dueto, ele se entusiasmou e levou a voz ao expoente máximo, isto tudo com o resto da malta da tournée (os sortudos!) a ssistir ao pequeno show, assim como a amostra que MJ faz de "Billie Jean" em que no fim até diz que é só p ficarem com uma ideia.

É o espetáculo possível. E digo-vos já que ele estava muito bem para aquilo que supúnhamos, claro que só vimos as boas imagens do MJ, certo? Mas mesmo assim, ele não pára, sempre a dar-lhe. Muito bom!


12 November 2009

2012

NÃO VEJAM!!!

NÃO VEJAM!!!

NÃO VEJAM!!!

É MTO PIOR QUE O PEARL HARBOR!

O que por outro lado possibilita passar para o escárnio e mal dizer! :D
Como até foi numa ante-estreia e num sítio bem giro e gigante como o Cinema de São Jorge, acabou por ser um tempo bem passado, pois toda a audiência (e éramos muitos) estava na mesma sintonia. Isto é, o filme começa e tal já sabíamos que seria po fraquito e cheio de tangas, mas tá-se bem. A partir de uma altura foi o descalabro total que até mereceu uma salva de PALMAS e assobios em pleno cinema!!! Tal foram as acrobacias do nosso herói de serviço John Cusack! A partir daí foi para o gozo total. Até em cenas supostamente lamechas, havia pessoal a fingir choro ou a dizer "ohhhh coitadinho"...

Em termos de efeitos: sonoros tem mesmo muitos e muito bons; visuais uns são mto bons e depois temos um plano que nos faz lembrar filmes dos anos 60! :S com um fundo falso mto "bonito"...

É um filme cansativo, pois as fugas e acrobacias não páram seja em que transporte for, e é muito comprido!

Eu bem sabia que havia uma razão para nos últimos anos não ver filmes que são sobre o fim do mundo e os americanos nos salvarem! Acho que o último que vi desses foi o Armageddon, e é bem bom perto deste!


Surpresa do filme: Woody Harrelson

11 November 2009

Carne trémula




Um grande filme de um grande contador de estórias: Almodóvar!


Carne trémula, um Almodôvar mais “bem comportado” :), uma estória sólida e bem construída , que parte de um único foco narrativo, numa sequência de elaboradas situações, de contraditórias personagens e de coincidências intermitentes.

A estória anda à volta de 5 personagens,( que parecem reais, podiam ser os nossos vizinhos! E eu acho isso extraordinário!) que se cruzam num jogo de paixão e vingança, de traição e mistério, de amor e renúncia e muita obsessão.

Muitas vidas mudam por causa de um único acontecimento!!



O talento e ousadia, marca registada de Almodôvar, estão patentes, embora mais discreto, nesta estória repleta de emoções que envolve até ao final!


Curiosidade: este filme é adaptado do livro de Ruth Rendell, é o único filme de Almodóvar que não é baseado em obras do próprio realizador.

Destaco: As cenas iniciais com Penélope Cruz são excelentes.

Já viram? Não!!! Então, porque esperam… :) Tudo isso num Almodóvar mais próximo de vocês !

(500) days of Summer


Q filme delicioso!
Ha já mt q nao via um filme assim tao doce (embora a historia nao seja d final feliz, o q é dito logo no inicio d filme!), sobre as intrinsiquidades do processo de se apaixonar e d esquecer q alguma vez se tenha estado tao apaixonado!

Para isso o filme recorre a Zooey Deschanel p o papel feminino e a Joseph Gordon-Levitt p o papel masculino. Gosto particularmente d trabalhos passados deste ultimo (“Mysterious Skin”, “Brick” e ate mesmo “3rd rock from the Sun”) mas de Zooey conheco muito pouco, sabendo ate mais o buzz e influencia q ela tem nas camadas teenagers dos States…

E é engracado constatar q a quimica entre os dois, nao resulta perfeita, mas resulta bastante intrigante e caracteristica!
Passo a explicar:
ele, dps dos meritos reconhecidos como teenager nos filmes anteriores tenta por uma postura mais adulta (pq ate, o personagem ja tem emprego) e isso nem sempre soa a verdadeiro. Por outro lado, a interpretacao “d apaixonado” está perfeita.
ela, por mais adoravel q esteja, interpretando na perfeicao aquela personagem, parece q está noutro filme ou cena q o seu co-protagonista! E isso, por vezes, puxa-nos um bocado d magia q o filme criou e do “click” q devia ter com Joseph.

Dito isto, tudo o resto no filme é delicioso: a maneira como a narrativa está construida (saltando de dia em dia, mas dando o suficiente p nao nos perdermos); as referencias musicais e cinematograficas qs a genero de homenagem (sao bem mais tocantes p uma geracao q tenha +/- 30 anos agora); a comedia q vai estando um bocado por todo o filme mas nao o sobrecarregando ou esforcando-se exactamente p isso (a metafora certa é a das raspas d chocolate por cima d um bolo...nem demasiado, nem poucas e saborea-se mt mais o bolo!); a cinematografia q nao sendo sempre brilhante por vezes tem momentos de encher o olho; os desenhos e animacoes iniciais q nos fazem entrar mais rapidamente num mundo “caartonesco” (um bocado á semelhanca d “Juno”) ; até a narracao voz-off q podia ser interpretada como desnecessaria ou cliché adquire um tom chocoso ou d brincadeira a ele proprio q o torna engracado (em certa medida parecido c “stranger than fiction”), etc..., etc....

defeitos.....ás vezes é um bocado demasiado obvio...

Para pessoas q ja se apaixonaram! Ou seja, basicamente p TODAS as pessoas! :-D

10 November 2009

Big Fish



Já todos, com toda a certeza ,viram este filme! Mas eu voltei a vê-lo. Afinal este filme transmite-nos uma boa sensação. Faz-nos acreditar, dá-nos coragem, faz-nos SONHAR!

E por isso vale a pena rever!

Do realizador Tim Burton , um conto surpreendente onde a realidade e a ficção se confundem numa aventura tão grande como a própria vida.


Burton nesta obra elogia isso mesmo, a fantasia e o amor incondicional. Elogia a vida daqueles que não temem viver de acordo com os seus desejos, ideais, convicções, que não temem isso, e que ao mesmo tempo, transmitem felicidade àqueles que os rodeiam, como era o caso dos ouvintes das histórias do protagonista que ficavam absortos da realidade durante esse tempo, e que conseguiam vislumbrar o que é viver em constante aventura e desfrutar dela. Porque no fundo essas pessoas são uma fonte de inspiração, quem não deseja que a sua vida seja relembrada de uma forma tão bonita, cheia de acontecimentos únicos?


Adorei ouvir aquele sotaque do Texas, fez-me lembrar aqueles filmes antigos de faroeste.

E a banda sonora é brutal!

03 November 2009

Almost Famous (2000)


E sem querer o filme já foi no ano 2000! Revi-o há pouco tempo. Ganhou óscar para melhor argumento original, de Cameron Crowe.
Um dos últimos filmes *lindos* sobre o underground do Rock n' Roll.

Com bons desempenhos que nos deixaram a sonhar com mais, e com a certeza que poderiam estar ali a nascer grandes estrelas de cinema.... mas não, foi mesmo um bom misto de actores e personagens que resultou muito bem no filme e que "nunca mais" os vimos por aí a fazer algo ou algo de jeito, como Kate Hudson (nomeada), Billy Crudup e o puto Patrick Fugit. Não me interpretem mal, mas na altura lembro-me de se falar muito no quanto eram promissores...

Dois actores mais maduros e experientes, que estão muito bem (como já se espera deles) são Frances McDormand (nomeada) e Philip Seymour Hoffman (como convidado especial), muitas das boas cenas do filme têm a sua participação.

Contamos também com o toque de 'crazy thing' about love, sex, drugs & rock n' roll de Jason Lee, Zooey Deschanel, Anna Paquin e Fairuza Balk!

O filme tem momentos mesmo muito bons, que vale a pena ver e rever! ;)

É uma pequena relíquia! Um segredo bem guardado pois já foi esquecido por muitos.

30 October 2009

One True Thing (1998)

"Podia-te Acontecer"

Filme lamechas, mas que até achei bem construído do início ao fim.

Se quisermos podemos tirar de lá várias lições de vida, sem termos que necessariamente nos identificarmos com os personagens ou história. Com Meryl Streep (mais uma nomeação), William Hurt e Renée Zellweger num papel que desenjoa do habitual!

29 October 2009

"The Tudors"

Finalmente vi toda a primeira e segunda série dos Tudors, já aqui referida. Já sabia, e comprovei, que a série era muito boa e bastante completa. Tudo o que está em redor das ligações e relações entre Inglaterra, França, Espanha e o Vaticano no século XVI são sempre giras de ver. Toda uma arte de diplomacia/política, o entrar ou não em guerra com determinado país, as alianças que se fazem e desfazem consoante o sabor do vento, é tudo muito efémero. Tudo isto misturado com muito sexo, sexualidade e sedução! Vemos assim ao detalhe o que se passou em Inglaterra (e restante Europa) na época de Henrique VIII (rei de 1509 a 1547), pai de Elizabeth. Filme e série escritos por Michael Hirst.

Mais para o final da primeira série já estava "cansada" da igreja católica nunca mais dar uma resposta definitiva ao rei de Inglaterra sobre a anulação ou não do seu casamento com Catarina de Aragão (mãe de Mary, a irmã mais velha de Elizabeth). Foram 7 anos que este e Ana Bolena (mãe de Elizabeth) estiveram à espera para finalmente se poderem casar. Isto claro depois do rei ter rompido relações com o Papa e o Vaticano.

O que também me agradou na série foi o facto de nos dar a conhecer outras coisas da época que não só Henrique VIII, como por exemplo personagens da história como o humanista (e santo) Sir Thomas More, o poeta Thomas Wyatt, o compositor bue de fofo Thomas Tallis, e o Papa chega a fazer referência cómica/engraçada de Michelangelo :)
Sim, muitos Thomas, e ainda há mais Thomas pela série...

Interpretações muito boas (como não poderia deixar de ser), onde realmente não se pode poupar elogios a Jonathan Rhys Meyers, Henrique VIII, melhor não poderia estar. Todas aquelas mudanças de humor do rei estão lá! Destaco também a elegância e nobreza de Maria Doyle Kennedy, rainha Catarina de Aragão, está uma perfeita rainha!
E alguns actores conhecidos que vieram dar uma boa ajuda, como Jeremy Northam, Sam Neill, James Frain e uma participação especial de Peter O'Toole, que faz de Papa na segunda série.
Gostei muito das cenas do rei de Inglaterra com o rei de França, Francis I, interpretado por Emmanuel Leconte.

Um erro que existe na série (segundo me contaram e pesquisei na net) é o casamento da irmã de Henrique VIII, Mary Tudor, com o rei de Portugal. Bastante velho que morre pouco tempo depois de estarem casados. Isto passou-se sim, mas com o rei de França (Luís XII) e não de Portugal...

Apenas uma nota de curiosidade, é engraçado ver que por mais realeza que sejam, nesta época ainda se comia com as mãos! :D

Depois vi no canal MOV que existe uma terceira série! De pelo menos 8 episódios, que saíu este ano. Pois com certeza, o fim da segunda série é apenas o fim de Ana Bolena! :)

28 October 2009

Die Welle





Um professor muito cool, pretende explorar com os seus alunos os pressupostos do ANARQUISMO, no entanto esse tema, por sorteio, será dado por um professor muito conservador, cabendo ao prof COOL a tarefa de explicar o QUE É A AUTOCRACIA!
Um filme ,SIMPLESMENTE ESTECTACULAR, Alemão ( O que torna tudo mais irónico! uma sociedade que vive até aos dias de hoje envergonhada com o seu passado) do realizador Dennis Gansel baseado numa experiência real, relatada no livro de Todd Strasser, que um professor nos EUA realizou com os alunos na década de 60, quando questionado: PORQUE É QUE OS ALEMÃES FORAM TÃO IGNORANTES EM RELAÇÃO AOS ABSURDOS NAZISTAS????!!!
Um filme muito completo, envolvente que convida a uma reflexão sobre a origem do pensamento ditatorial.
As ideias de união, de igualdade de pertença a um único pensamento podem ser utilizadas para reais transformações positivas, no entanto estas mesmas ideias podem originar o ódio, a exclusão e a violência gratuita.
IMPERDÍVEL!

26 October 2009

Knowing

Começou bem. A história parecia interessante e dava a sensação de que poderia ser um bom filme de entretenimento...
...até ao momento em que adopta a fórmula já mais que gasta [alerta spoiler] dos amiguinhos extra-terrestres que comandam os destinos da terra e dos coitadinhos que por cá andam. Já não há paciência... Nem o Nicolas Cage consegue safar esta treta...