
Dado q nestes filmes, “linguagem sonora” e a “linguagem visual” (som e imagem) tem a mesma importancia (unico numa obra cinematografica), parece-me obvio concluir q nunca um projecto c P. Glass foi tao importante quer p ele, quer p o contributo q ele quer dar ao cinema. (é á musica em geral)
Em contraponto a uma análise mais detalhada sobre o porque e o como de obras passadas (como as q mencionei acima), este documentario foca-se mais n percurso do compositor num espaco temporal muito confinado : basicamente acompanha-o na vivencia d dia a dia (familia e alguns contactos profissionais) e o finalizar d uma opera.
Se juntar-mos a isso o facto de ele ser uma pessoa bastante introvertida e recatada, o documentario parece, por vezes, um saca-rolhas a tentar sacar qq confidencialidade ou um bocadinho d analise d Glass. E aí, parece q Scott Hicks nao se consegue conectar totalmente c a personalidade d Glass.....é verdade q Glass parece “uma verdadeira personagem” d mundo judeu...qq coisa n onda d um personagem tirado d Seinfeld, c imenso talento, super workaholic, mas tb c imensas “coisas q ele faz assim mesmo”. Dizem q todos os compositores vagueiam um bocado pelo nosso universo nem sempre tocando nele...pois este parece exactamente assim!
E é pena...bastante pena d nao termos um look mais por dentro d mente vagueante deste compositor moderno. Mas ao menos fica a musica ....sempre a musica!